| Comando | CAPCAD_ANALYTICS_RESTRAINT |
| Atalho | nenhum |
| Ribbon | aba CapCad › painel Segurança › botão dividido Contenção › Análise Contenção (NBR15486); também no painel Analytics como Necessidade Contenção (NBR15486) |
| Categoria | Segurança |
| Formulários | ZonaLivreForm — "Análise Dispositivos de Contenção" (não modal: o desenho continua ativo enquanto ele está aberto) e ZonaLivreSectionViewerForm — "Seção transversal — Zona Livre" |
| CADs | AutoCAD, BricsCAD, GstarCAD, ZWCAD, ARES Commander |
| Também aberto por | nenhum. Ele é que abre outros: Cálculos avulsos… chama CAPCAD_CALCULATOR_ROAD e Gestão sinalização vertical chama CAPCAD_SIGN_MANAGE |
Responde, quilômetro a quilômetro, a uma única pergunta: o talude aqui exige defensa? A resposta não sai de uma régua sobre o desenho — sai do terreno levantado, da velocidade diretriz e do VDM do próprio eixo, aplicados à norma.
- A norma, não uma estimativa. A largura da zona livre vem da tabela de velocidade × volume de tráfego, corrigida pelo fator de curva; a decisão de contenção vem da tabela de altura de aterro × declividade.
- Lê o eixo, não um formulário. Velocidade diretriz, VDM e largura de pista são propriedades do eixo indexadas por estaca, então um trecho que muda de classe é analisado com os números daquele trecho.
- Os dois lados, sempre. Cada estação é analisada à esquerda e à direita, com a meia-largura de pista de cada lado, e os dois lados podem dar vereditos diferentes.
- Mostra o porquê, não só o veredito. O visualizador de seções desenha o terreno colorido pelo veredito e destaca o par crista/pé que decidiu o caso, com a declividade medida ao lado do limite normativo.
- Sai pronto para desenhar. As estações críticas contíguas são fundidas em trechos de defensa e emitidas como planilha para a inserção em lote.
- Não escreve nada no desenho. A análise só lê: pode ser rodada num arquivo de cliente sem risco.
O que faz
A zona livre é a faixa lateral, medida a partir do bordo da pista, em que um veículo desgovernado deveria conseguir parar ou retomar a direção sem encontrar obstáculo nem talude perigoso. A ABNT NBR 15486 define duas coisas sobre ela, e o comando implementa as duas:
- Quão larga ela é. Uma largura base tabelada pela velocidade diretriz e pelo VDM (volume diário médio), multiplicada por um fator Kcz que a alarga em curva, tanto mais quanto menor o raio e maior a velocidade.
- Se o terreno dentro dela exige contenção. Para cada par crista/pé encontrado na seção, a norma dá uma declividade mínima em função da altura do aterro: acima dessa declividade, o aterro é considerado não recuperável e a contenção é indicada.
O comando cruza as duas coisas ao longo de um eixo inteiro:
- ele caminha o eixo de passo em passo;
- em cada estação lê do eixo a velocidade diretriz, o VDM, a largura da pista e o raio;
- calcula a zona livre daquele lado e corta uma seção do terreno do bordo da pista até o limite externo da zona livre;
- varre essa seção procurando o par crista/pé mais desfavorável e pergunta à norma;
- classifica a estação em crítico (contenção indicada), aterro não crítico ou corte/plano.
No fim ele imprime a contagem por veredito na linha de comando, monta as linhas da planilha de defensa em lote a partir das estações críticas e abre o visualizador de seções com uma seção por estação.
O comando lê e reporta; ele não desenha. A coloração por estação, o desenho das seções no modelo e a exportação para Excel ainda não estão portados: os números vão para a linha de comando e as seções para o visualizador. Nada no desenho é modificado.
O que o eixo precisa trazer
O motor lê três propriedades do eixo, todas indexadas por estaca (texto CSV, não um valor solto):
| Propriedade | Para que serve |
|---|---|
VelocidadeDiretriz |
linha da tabela de largura base e coluna da tabela de Kcz |
VDM |
coluna da tabela de largura base |
LarguraPista |
largura total da pista; o motor usa metade dela como bordo. Ausente ou zero, cai para a Wdith polyline seção (8) |
Se VelocidadeDiretriz ou VDM estiverem faltando (lidos em km 0), o comando avisa antes de rodar: a zona livre sairia zero e nada seria apontado, o que na tela é indistinguível de "não há nada a apontar". O raio vem da própria geometria do eixo na estação.
Fluxo de trabalho
- Execute
CAPCAD_ANALYTICS_RESTRAINT. O formulário abre ao lado do desenho. - Ajuste os três números que o motor não tem como adivinhar: Passo (22), offsetDefensa (36, na aba Extra) e Wdith polyline seção (8), a meia-largura usada quando o eixo não traz a sua.
- Clique em Analisar taludes das seções ao longo do eixo (7). O formulário se esconde durante a coleta.
- Selecione a superfície: um conjunto de seleção de
3DFACEouPolyFaceMesh. Se nada válido for selecionado, o comando avisa e para. - Selecione o eixo: uma polyline ou linha. Se ele não trouxer velocidade e VDM, aparece o aviso descrito acima — vale a pena cancelar e completar as propriedades do eixo antes de continuar.
- O comando percorre o eixo e imprime na linha de comando: total de análises (duas por estação), contagem de crítico / aterro ok / corte-plano / sem seção, quantas estações pedem defensa de cada lado, e a planilha de trechos.
- O visualizador de seções abre com uma seção por estação. Percorra com < / > (38, 39) ou com a barra (40), marque Apenas críticas (41) para ver só o que interessa, e leia na tabela (42) por que aquela estação recebeu o veredito.
- Para uma seção fora das estações do passo, use Analisar talude seção pontual (23) e clique um ponto: ele é projetado no eixo e a seção daquela estaca é cortada e mostrada.
O formulário
Os números são os mesmos em todas as figuras desta página: 1 a 37 no formulário de análise, 38 a 46 no visualizador de seções.

Aba NBR 15486, o formulário como abre.
Aba 1: NBR 15486
Declividade lateral (quadro superior esquerdo)
| # | Controle | O que faz |
|---|---|---|
| 1 | Segmento homogêneo | Sem efeito nesta versão: o quadro não tem código por trás. |
| 2 | lista de declividade lateral | Sem efeito nesta versão; a lista está vazia. |
| 3 | Pontual | Sem efeito nesta versão. |
| 4 | Limpar análise limites… | Sem efeito nesta versão: o botão não tem handler. |
| 5 | Gerar limites Zona Livre | Sem efeito nesta versão: o desenho dos limites da zona livre em planta ainda não está portado. |
Método Kcz incompatível curvas
O par (velocidade, raio) pode simplesmente não existir na tabela de Kcz — um raio apertado a uma velocidade alta não é normatizado. Este quadro diz o que fazer nesse caso.
| # | Controle | O que faz |
|---|---|---|
| 17 | Usar valor fixo | Usar o Kcz digitado em 18 no lugar do tabelado. Sem efeito nesta versão: o motor sempre segue a opção 19. |
| 18 | valor do Kcz | O valor fixo. Sem efeito nesta versão (padrão 1,6). |
| 19 | Usar velocidade máxima admissível | O comportamento efetivo: quando o par não é normatizado, o cálculo é refeito com a maior velocidade que aquele raio suporta na tabela, e a estação é marcada no aviso final ("houve pares velocidade/raio não normatizados"). |
| 20 | Usar largura de via da definição do eixo se presente | Sem efeito nesta versão: a largura do eixo é sempre usada quando existe, e a caixa 8 é o recurso de reserva. |
| 21 | Para cortes, se restrição com medida de zona livre não encontrada, repetir com L=18m | Sem efeito nesta versão: a repetição com zona livre de 18 m não é acionada. |
Análise ao longo do eixo (quadro superior direito)
| # | Controle | O que faz |
|---|---|---|
| 6 | Limpar análise seções… | Sem efeito nesta versão: o botão não tem handler (e não há o que apagar, já que a análise não desenha). |
| 7 | Analisar taludes das seções ao longo do eixo | Roda a análise completa: pede a superfície e o eixo, percorre com o passo de 22, imprime o resumo e a planilha de trechos, e abre o visualizador de seções. Recusa passos menores que 1 com um aviso. |
| 8 | Wdith polyline seção | Meia-largura da pista usada quando o eixo não traz LarguraPista. É o bordo interno da zona livre: a seção começa aí. Padrão 10. |
| 9 | Analisar cortes até 18m | Sem efeito nesta versão. |
| 10 | Dispensar para aterros < 0,9 m | Aterros abaixo de 0,90 m são dispensados sem julgamento. O comportamento efetivo é sempre esse, marcado ou não: o motor usa o padrão, que coincide com a caixa marcada. |
| 11 | Desenhar | Sem efeito nesta versão: a análise não escreve no desenho. |
| 12 | Gerar relatórios seções | Sem efeito nesta versão: as duas abas de relatório existem no motor mas não são emitidas por este comando. |
| 13 | Relatório defensa em lote [Beta] | Sem efeito nesta versão: a planilha de trechos é sempre impressa na linha de comando ao fim da análise. |
| 14 | Incl. aterro não crítico | Sem efeito nesta versão: só o veredito crítico entra na planilha de trechos. |
| 15 | Usar Km | Sem efeito nesta versão: a planilha sai sempre em colunas de km. |
| 16 | Superfície | Lista de superfícies. Fora do Civil 3D ela traz apenas o item LANDXML, e o comando não a lê: a superfície vem sempre da seleção de entidades 3DFACE / PolyFaceMesh feita no passo 4. |
Análise pontual (quadro inferior)
| # | Controle | O que faz |
|---|---|---|
| 22 | Passo | Distância entre estações analisadas, em metros. Valores abaixo de 1 são recusados. Padrão 10. |
| 23 | Analisar talude seção pontual | Pede a superfície e o eixo (ou reaproveita os da última análise), pede um ponto, projeta esse ponto no eixo e corta a seção daquela estaca, abrindo o visualizador. Neste caminho, e só nele, a caixa 27 alonga a seção desenhada. |
| 24 | Incluir seção | Sem efeito nesta versão. |
| 25 | Incluir grid | Liga a malha métrica do visualizador de seções ao abri-lo (equivale a Malha (44) lá dentro). |
| 26 | Exageração vertical | Fator de exagero vertical passado ao visualizador ao abri-lo (equivale a Exagero vertical (43) lá dentro). Padrão 1. |
| 27 | Extrapolação além ZL | Quantos metros de terreno além do limite da zona livre são desenhados na seção pontual, nas duas pontas. Só afeta o desenho: o veredito continua decidido dentro da zona livre. Padrão 5. |
| 28 | Analisar ponto zona livre individual | Responde "este ponto está dentro da zona livre?". Ainda não portado: o comando informa isso na linha de comando. |
| 29 | Analisar interferências zona livre | Levantamento de obstáculos dentro da zona livre. Em desenvolvimento; o comando informa isso na linha de comando. |
Os três rótulos do rodapé — Tutorial, Civil 3D e LandXML — não são clicáveis nesta versão.
Aba 2: Vertical

A aba Vertical tem um único botão.
| # | Controle | O que faz |
|---|---|---|
| 30 | Gestão sinalização vertical | Executa CAPCAD_SIGN_MANAGE. A ligação com a zona livre é o suporte de placa: um suporte dentro da zona livre é ele próprio um obstáculo. |
Aba 3: Extra

A aba Extra: atalhos para comandos vizinhos e os três números que montam os trechos de defensa.
| # | Controle | O que faz |
|---|---|---|
| 31 | Utilidades Civil 3D… | Sem efeito nesta versão: o botão não tem handler. |
| 32 | Propriedades eixo… | Sem efeito nesta versão: o botão não tem handler. |
| 33 | Reload eixo Civil 3D… | Sem efeito nesta versão: o botão não tem handler. |
| 34 | Cálculos avulsos… | Executa CAPCAD_CALCULATOR_ROAD, a calculadora viária. |
| 35 | gapTolerance | Distância máxima entre dois trechos críticos para que sejam unidos num só. Sem efeito nesta versão: a montagem usa 0. |
| 36 | offsetDefensa | Afastamento da defensa em relação ao eixo, usado na coluna Afastamento da planilha de trechos. O sinal é dado pelo lado, não por este campo. Padrão 4. |
| 37 | extensaoExtra | Folga somada nas duas pontas de cada trecho. Sem efeito nesta versão: a montagem usa 0. |
O visualizador de seções

O visualizador numa estação crítica: terreno vermelho à direita, o par que definiu o veredito em roxo com "48,5% / 45,0%" (declividade medida contra o limite da norma), os limites da zona livre em azul e a tabela dos dois lados à direita.
O visualizador é somente leitura: ele não desenha nada no modelo e não guarda nada além das suas três opções de exibição.
| # | Controle | O que faz |
|---|---|---|
| 38, 39 | <, > | Estação anterior / próxima na lista mostrada. Desligados quando há uma seção só. |
| 40 | barra de estações | Salta para qualquer estação da lista. O título mostra km <estaca> (n de N). |
| 41 | Apenas críticas | Reduz a lista às estações em que algum dos lados deu crítico. Fica desabilitada quando não há nenhuma. Ao marcar, a estação em tela é mantida (ou a crítica seguinte). |
| 42 | tabela de grandezas | Uma linha por grandeza, uma coluna por lado: veredito, talude (%), limite (%), desnível, desnível máximo, zona livre, Kcz, velocidade, VDM, meia-largura, raio e se o aterro raso foi dispensado. sem seção significa que o eixo saiu da superfície ali — não é um veredito. |
| 43 | Exagero vertical | Multiplica as cotas do desenho. Não afeta a leitura de cota do rodapé, que sempre mostra o valor real. |
| 44 | Malha | Malha métrica de fundo, com passo automático de 1, 2 ou 5 × 10ⁿ. |
| 45 | Limites ZL | Verticais nos bordos da pista (cinza) e nos limites da zona livre (azul). É a linha azul que importa: terreno desenhado além dela não foi julgado. |
| 46 | Enquadrar | Reenquadra a seção inteira. |
Quando o visualizador é aberto pelo comando, aparece também um botão Ponto… ao lado das setas: ele repete a seção pontual (23) reaproveitando a superfície e o eixo da última análise, sem perguntar de novo. Passando o cursor sobre o desenho, o rodapé mostra afastamento, cota e a que distância do bordo, de que lado, o cursor está.
As cores da legenda vêm do próprio motor:
| Cor | Significado |
|---|---|
| verde | corte ou plano — nenhum desnível de consequência |
| laranja | aterro não crítico — há aterro de 0,90 m ou mais, mas não íngreme o bastante |
| vermelho | crítico — contenção indicada |
| cinza claro | fora da zona livre: desenhado para você ver o talude continuar, não analisado |
| roxo | o par crista/pé que definiu o veredito |
| cinza escuro | o traço reto entre os dois bordos de pista. Não é terreno levantado nem o pavimento: é só a costura entre as duas metades da seção |
Como as opções se combinam
As figuras abaixo saíram de execuções reais do motor da análise sobre terrenos sintéticos, com exagero vertical 2. Pista de 7 m (bordo a 3,50 m), velocidade diretriz 100 km/h, VDM 3 000 — o que dá 8 m de zona livre de cada lado.
Os três vereditos
Talude a 60 %, começando 2,50 m além do bordo. A crista fica no próprio bordo, então o acostamento plano entra no avanço horizontal: o par crista/pé acumula 3,00 m de desnível em 7,50 m, ou seja 40 % de declividade média — não os 60 % da face do talude. Para 3,00 m a norma exige 39 %, e 40 % ultrapassa: a estação sai crítica.
O mesmo terreno a 25 %. O desnível chega a 1,375 m em 8,00 m de avanço, ou seja 17,2 % de declividade média, muito abaixo dos 66 % que a norma pede para essa altura: há aterro, não há criticidade.
Terreno subindo à direita: não há queda nenhuma dentro da zona livre, e o lado sai corte/plano. O lado esquerdo é plano nas três figuras, e sai corte/plano nas três.
O limite da norma
A tabela da norma como o motor a aplica: quanto mais alto o aterro, menor a declividade que já o torna crítico. Vai de 70 % a 0,90 m até 1V:3H (33,3 %) a partir de 6 m. Abaixo de 0,90 m não há linha — é o caso do aterro raso dispensado.
Os degraus, exatamente como o motor os lê:
| Altura do aterro | Declividade mínima que exige contenção |
|---|---|
| 0,90 a 1,09 m | 70 % |
| 1,10 a 1,24 m | 70 % |
| 1,25 a 1,49 m | 66 % |
| 1,50 a 1,99 m | 60 % |
| 2,00 a 2,34 m | 50 % |
| 2,35 a 2,84 m | 45 % |
| 2,85 a 2,99 m | 40 % |
| 3,00 a 3,49 m | 39 % |
| 3,50 a 3,99 m | 37 % |
| 4,00 a 4,99 m | 35,5 % |
| 5,00 a 5,99 m | 34 % |
| 6,00 m ou mais | 33,3 % (1V:3H) |
A comparação é estrita: uma declividade exatamente igual ao limite não exige contenção.
A largura da zona livre
Largura base, em metros, por velocidade diretriz e VDM:
| Velocidade | VDM < 750 | 750 a 1 499 | 1 500 a 5 999 | ≥ 6 000 |
|---|---|---|---|---|
| 60 km/h | 2,0 | 3,0 | 3,5 | 4,5 |
| 70 km/h | 3,0 | 4,5 | 5,0 | 6,0 |
| 80 km/h | 3,0 | 4,5 | 5,0 | 6,0 |
| 90 km/h | 3,5 | 4,5 | 5,0 | 6,5 |
| 100 km/h | 5,0 | 6,5 | 8,0 | 9,0 |
| 110 km/h | 5,5 | 7,5 | 8,5 | 9,0 |
A velocidade tem de bater exatamente com uma linha: 65, 75 ou 120 km/h devolvem zero e zeram a zona livre inteira em silêncio. Arredonde a velocidade diretriz do eixo para uma das seis linhas.
Fator Kcz em curva, por raio de tabela e velocidade (— = par não normatizado):
| Raio | 60 | 70 | 80 | 90 | 100 | 110 |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 100 m | 1,5 | — | — | — | — | — |
| 150 m | 1,4 | 1,5 | — | — | — | — |
| 200 m | 1,3 | 1,4 | 1,5 | — | — | — |
| 250 m | 1,3 | 1,3 | 1,4 | 1,5 | — | — |
| 300 m | 1,2 | 1,3 | 1,4 | 1,5 | 1,5 | — |
| 350 m | 1,2 | 1,2 | 1,3 | 1,4 | 1,5 | — |
| 400 m | 1,2 | 1,2 | 1,3 | 1,3 | 1,4 | — |
| 450 m | 1,2 | 1,2 | 1,3 | 1,3 | 1,4 | 1,5 |
| 500 m | 1,1 | 1,2 | 1,2 | 1,3 | 1,3 | 1,4 |
| 600 m | 1,1 | 1,2 | 1,2 | 1,2 | 1,3 | 1,4 |
| 700 m | 1,1 | 1,1 | 1,2 | 1,2 | 1,2 | 1,3 |
| 900 m | 1,1 | 1,1 | 1,1 | 1,2 | 1,2 | 1,2 |
O raio real é encaixado na linha da tabela antes da consulta. Abaixo de 100 m e a partir de 900 m ele é tratado como tangente, e Kcz vale 1. Não existe linha de 800 m: um raio entre 800 e 900 m sobe para a linha de 900, enquanto todas as outras faixas descem para a linha anterior.
A largura final é Kcz × largura base. Por exemplo, a 100 km/h com VDM 3 000: em tangente 8,00 m; num raio de 600 m, 1,3 × 8,00 = 10,40 m.
Das estações críticas aos trechos de defensa
As estações críticas chegam isoladas, uma a cada passo. Cada uma cobre da sua estaca até estaca + passo; as contíguas viram um trecho só. Com tolerância de vão e extensão extra, trechos próximos se juntam e cada trecho ganha folga nas duas pontas (aqui, tolerância 40 m e extra 8 m, apenas para ilustrar o efeito — nesta versão o comando usa 0 e 0).
Cada trecho vira uma linha da planilha, com estas colunas:
Km ini · Km fim · Afastamento · Ação · Bloco entrada · Bloco saída · Terminal entrada · Terminal saída · Bordo ini · Bordo fim · ZL ini · ZL fim · Cor talude
Cinco colunas saem com ?: Ação, Bloco entrada/saída e Terminal entrada/saída. É de propósito — a análise sabe onde a contenção é necessária, não qual defensa nem qual terminal. Você preenche as cinco na planilha e passa o resultado para CAPCAD_BATCH_RESTRAINT, que desenha. Cor talude traz vermelho para um trecho que teve alguma estação crítica e laranja caso contrário.
Lembrado entre sessões
O formulário guarda, sob FORM_ZONA_LIVRE.<controle>, os controles de três quadros: Wdith polyline seção (8), Analisar cortes até 18m (9), Dispensar para aterros < 0,9 m (10), as cinco caixas de saída (11 a 15), a superfície (16), o método de Kcz e seu valor (17 a 19), e o quadro pontual — Incluir seção (24), Incluir grid (25), Exageração vertical (26) e Extrapolação além ZL (27). São gravados ao fechar o formulário.
Não são lembrados: o Passo (22), Usar largura de via da definição do eixo (20), a caixa dos 18 m (21), o quadro Declividade lateral (1 a 3) e a aba Extra inteira — inclusive offsetDefensa (36).
O visualizador guarda as suas três opções de exibição — exagero, malha e limites ZL — sob FORM_ZONA_LIVRE.viewer..
Notas
- A superfície é lida de entidades, não do Civil 3D. Selecione as faces (
3DFACE) ou a malha (PolyFaceMesh) que representam o terreno. A lista Superfície (16) fica com o itemLANDXMLsozinho até a integração com o Civil 3D chegar, e não é consultada. - Duas superfícies não se somam. Quando mais de uma superfície é selecionada, a seção usada é a da primeira que produzir resultado, mesmo onde outra estiver mais alta.
- A seção da análise para no limite da zona livre. O que é desenhado além dele (cinza claro) existe para você enxergar o talude continuar; ele nunca entra no veredito. Essa separação é deliberada: alargar a janela de análise foi tentado antes e passou a marcar como aterro quase toda estação em descida, por acumulação de uma inclinação natural suave.
- O desnível máximo pode não ser o desnível julgado. A tabela do visualizador traz as duas linhas. O desnível máx. acumula qualquer queda vista na varredura, inclusive as sem avanço horizontal, enquanto a norma só é consultada quando há avanço; por isso uma estação pode sair aterro ok por causa de uma queda que nunca chegou a ser julgada.
- Nas curvas o Kcz de 450 m tem uma inconsistência conhecida. A tabela de Kcz traz 1,5 para 450 m a 110 km/h, mas a tabela de "velocidade máxima admissível" para 450 m diz 100 km/h. As duas discordam entre si; um eixo a 110 km/h num raio de 450 m calcula normalmente pela primeira, e só cairia para 100 km/h se passasse pela recuperação. Qual das duas está certa depende de conferência na norma.
- O lado dos trechos ainda não foi confirmado em desenho. A montagem da planilha entrega a lista da direita ao lado esquerdo e vice-versa, uma inversão que existe desde o VBA e foi mantida sem alteração. O sinal do Afastamento de cada linha é o que diz o lado: confira-o contra o talude real antes de mandar a planilha para a inserção em lote.
- O comando não tem atalho de teclado.
ZLjá está reservado paraCAPCAD_MARKING_AREA_LINEAR.